Ame-os ou perca-os

//Ame-os ou perca-os

Ame-os ou perca-os

Pessoas inseguras, estressadas, pouco felizes geram somatizações.  “Somos o que pensamos”. Basicamente criam problemas no plano pessoal que se refletem no campo empresarial acarretando assim, à organização um decréscimo na produtividade, pela falta do comprometimento e motivação.

Estas desarmonias estão diretamente relacionadas com a qualidade dos serviços prestados com isto não agregando diferencial ao seu produto e, consequentemente a insatisfação do cliente. Ao passo que se estas desarmonias forem identificadas e trabalhadas, obteremos colaboradores realizados e clientes satisfeitos.

Fazer tender à zero estas desarmonias vibracionais é buscar um equilíbrio do ser humano, é prova de um profundo bom senso.

É perceber que a mente moderna está se abrindo lentamente para diferentes visões da realidade.

É fato que em nossa cultura supervalorizamos o intelecto, mas hoje o que mais está sendo valorizado é o intelecto emocional. Não basta só ser um especialista, um técnico altamente desenvolvido, é preciso sim desenvolvimento emocional e também espiritual, já que dentro da ciência quântica sabemos que “tudo está interligado com tudo”. No momento em que a empresa se volta a prestar mais atenção no seu colaborador, e não mais vê-lo como um número, este sente-se valorizado e amado.

“Ame-os ou Perca-os”

Conduzir o seu colaborador para o entendimento destas desarmonias é levá-lo a uma viagem interior, logo, estaremos desenvolvendo uma “tecnologia de ponta”, a mais preciosa, única, essencial:  “O Despertar da Consciência”.

Com isto, teremos como resultado pessoas realizadas, motivadas, leais, éticas e, consequentemente “não vestindo a camiseta”, mas, sim, incorporando-se  ao  DNA  da  empresa. Colaboradores emocionalmente desenvolvidos geram, constroem, acrescentam maiores índices de crescimento e qualidade para a empresa.

Dedicar um tempo para desenvolver a mente das pessoas é libertá-las de velhas prisões.  É resgatar a paciência, a disciplina, a tranquilidade e a paz. Com tudo isso estaremos restaurando o equilíbrio do ser humano, deixando aflorar sua criatividade, sensibilidade e intuição, hoje, qualidades tão valorizadas no mercado de trabalho.

A prática da presença mental, de trazer de volta para a casa a mente dispersa e assim colocar em foco diferentes aspectos do ser, é a chamada “permanência serena”. Esta realiza três coisas:

Primeira, todos os fragmentados aspectos de nós mesmos, que estavam em guerra, assentam-se, dissolvem-se e tornam-se amigos. Aí, começamos a nos compreender melhor e às vezes ter vislumbres da nossa radiante natureza fundamental.

Segunda, a prática da presença mental dissolve nossa negatividade, agressividade e as emoções turbulentas que podem ter reunido poder ao longo de muitas vidas.

Mais do que suprir emoções ou ser complacentes com elas, aqui é importante vê-las.

Estar atento e aberto é começar a sentir-se bem em seu ser.

Como dizem os franceses: “être bien dans peau” (sentir-se bem na sua pele).  Disso vem descontração e profundo bem-estar.

Terceira.  Ouvir sempre seu coração. Estar em sintonia com sua voz interior é o grande canal para dissolver os enganos.

Nós nos tornamos de fato úteis aos outros, quando  removemos  a destrutividade  em  nós, permitindo que nosso autêntico bom coração,  essa bondade e gentileza fundamentais que  são  nossa  verdadeira natureza, resplandeça e se torne o clima caloroso no qual florescerá nosso verdadeiro ser.

By | 2017-12-06T10:23:23+00:00 novembro 25th, 2017|Categories: Artigo|Tags: |0 Comments

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